terça-feira, 5 de abril de 2011

"Ser correspondente internacional não é glamour", afirma o repórter do SporTV Felipe Brisolla

Nos tempos de faculdade, Felipe Brisolla tinha o mesmo desejo de muitos garotos estudantes de jornalismo: trabalhar em algum grande veículo de comunicação na editoria de esportes. Para este profissional o sonho se tornou realidade ao ser selecionado no ano passado para fazer parte dos jovens jornalistas que seriam correspondentes do SporTV durante a Copa do Mundo realizada na África do Sul, no projeto chamado “Passaporte SporTV”.

Após a experiência vivida na América do Sul, onde ficou durante o “Passaporte” e na qual teve que fazer todas as partes de uma reportagem (gravar, editar e produzir), Brisolla recebeu a notícia que se tornaria repórter fixo do SporTV.

Em entrevista ao Gente que se comunica, do Comunique-se, Brisolla conta detalhes do seu início de carreira na TV TEM, afiliada da Globo no interior paulista e quais os planos para o seu futuro no Jornalismo e a experiência ganha ao participar do “Passaporte”.
Confira a entrevista:
Conte um pouco como foi a sua primeira experiência em TV?
Tive três anos de experiência numa afiliada da TV Globo chamada TV TEM, que cobre metade do interior de São Paulo. Trabalhei por um ano como estagiário, como produtor, depois fui videorepórter em Avaré. E na sequência virei repórter e passei um ano em Itapetininga, ai passei na seleção (do Passaporte).

Essa experiência na TV TEM te ajudou no processo para ser um dos escolhidos a receber o “Passaporte SporTV”?
É uma bagagem boa, mas o projeto não pegou isso. Tinha gente que tinha mais, o pessoal pegou gente que não tinha nenhuma experiência na área. Isso que é legal.

No Passaporte você comentou que, além de repórter, tinha que fazer tudo sozinho: editar, produzir, escrever, gravar. Dessas funções do Jornalismo qual mais te agradou?
Eu gostei muito da parte de edição. Achei que na edição você consegue, às vezes, corrigir falhas que você teve durante a reportagem. E você consegue engordar o bolo. Em alguns momentos, o bolo é muito menor, mas uma edição decente consegue deixar uma matéria muito melhor do que ela seria.

E como você percebeu esse poder da edição?
E eu acho que eu não percebia isso tanto e depois por causa do projeto, e como eu editava as minhas matérias, percebi que “puxa, como isso é fundamental”. A edição foi a parte que eu mais gostei de fazer durante o tempo de Passaporte.

Com o fim do Passaporte, qual foi a sensação em saber que iria continuar na equipe de repórteres do canal campeão?
Foi muito boa, mas desde o começo, desde o momento que a gente viajou, eles (equipe do SporTV) indicaram que isso iria acontecer. Foi um processo que eu já imaginava que iria acontecer, o canal apontava que iria contratar o pessoal. Quando fiquei sabendo achei muito legal, afinal ninguém quer fazer parte de um mega projeto e depois ir embora.

Qual seria a frase pra definir a experiência vivida no Passaporte SporTV?
Ser correspondente internacional não é glamour, é uma coisa muito trabalhosa e prazerosa.

Fonte: Comunique-se
Temos como intuito postar notícias relevantes que foram divulgadas pela mídia e são de interesse do curso abordado neste blog. E por isso esta matéria foi retirada na íntegra da fonte acima citada, portanto, pertencem a ela todos os créditos autorais.

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