segunda-feira, 9 de março de 2015

Comemorar conquistas: seguir na busca da equidade


Vermelhas, brancas, pardas, pretas, amarelas. De todas as cores, de todas as crenças, de todas profissões, de todos lugares, as mulheres querem ser reconhecidas na sua condição humana e ter direitos assegurados. O conturbado e também prodigioso século 20 foi curto para que as mulheres conquistassem a equidade de gênero. E o nascente século 21 trouxe novas conquistas, mas também retrocessos pelo mundo afora.

As mulheres brasileiras, felizmente, têm uma grande conquista a comemorar neste mês da mulher. Uma nova lei federal tornou crime hediondo o assassinato de mulheres por questão de gênero, aumentando a pena para os assassinos. É mais um passo na longa caminhada do combate à violência contra mulheres e meninas. Porém, as mulheres brasileiras precisam continuar a luta em busca da equidade de gênero. Independentemente da classe social, elas continuam a ser diminuídas e desrespeitadas, quando não coisificadas. Para as mulheres pertencentes à classe trabalhadora ainda há a exploração diferenciada.


Por isso, as trabalhadoras devem continuar a exigir igualdade de condições de trabalho e remuneração equitativa, além de igualdade de oportunidades nas diferentes carreiras e de direitos à formação e desenvolvimento profissional. As mulheres jornalistas, além da luta por seus direitos de trabalhadora, têm ainda o compromisso profissional e ético de melhorar a abordagem dos assuntos de gênero nos meios jornalísticos e de dar voz às mulheres.


No Brasil, as mulheres jornalistas já são 64% da categoria. A maioria de mulheres, entretanto, ainda não produziu uma nova abordagem jornalística, na qual a contribuição das mulheres para a diversidade de opiniões seja assegurada. Isto porque as mulheres são maioria, mas não ascendem aos postos de comando. Os homens continuam sendo maioria nos cargos de chefia e continuam a comandar o Jornalismo brasileiro.


A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) acredita que o Jornalismo e os jornalistas, mulheres e homens, têm um importante papel na luta cotidiana pela equidade de gênero. Por isso, no Dia Internacional da Mulher chama a categoria à responsabilidade, ao mesmo tempo em que parabeniza as jornalistas que cotidianamente lutam pela igualdade.

Fonte: Federação Nacional dos Jornalistas

terça-feira, 3 de março de 2015

A notícia tem de ser soberana


A imprensa inglesa, que tem sido assolada há anos por quase todos os tipos de problemas (financeiros, tecnológicos, éticos), ainda se mostra capaz de surpreender positivamente, mesmo quando ela é uma vez mais atingida.
Na semana passada, Peter Oborne, editor associado da revista The Spectator e principal comentarista político do jornal The Daily Telegraph, ambos de linha editorial conservadora e pertencentes aos irmãos David e Frederick Barclay, demitiu­se de maneira espetacular, com uma acusação contra o diário por ter, a seu ver, minimizado a cobertura do escândalo HSBC.
Num longo artigo para o website openDemocracy, que em geral segue uma linha ideológica de centro-esquerda, Oborne disse que o Telegraph deixou de produzir e publicar reportagens que pudessem ser negativas sobre o banco HSBC, um dos principais anunciantes do jornal. Para ele, a relação entre redação e comercial (chamados de igreja e Estado no jargão jornalístico) no Telegraph tornou­se inescrupulosa, o que comprometeu, a seu ver, a integridade jornalística do veículo, o qual teria se convertido em “fraude para os leitores”.
Oborne ainda afirmou que outras coberturas recentes do jornal sobre assuntos referentes a outros anunciantes e aos protestos de estudantes em Hong Kong também teriam sofrido intervenção do departamento publicitário. A empresa refutou por completo as alegações do jornalista. Disse que oferece a seus “parceiros comerciais” “uma gama de soluções publicitárias”, mas “a distinção entre a publicidade e nossa operação editorial tem sido sempre fundamental para o nosso negócio”.
Oborne, em entrevista para a BBC, conclamou o Telegraph a realizar uma investigação “independente” de suas acusações e das relações entre os departamentos comercial e de redação do diário. Mas o jornal também recusou essa possibilidade por considerá­las totalmente infundadas.
Outro jornalismo
Independentemente da acurácia do que Oborne declarou neste caso específico, é indiscutível que o muro que deve separar igreja e Estado segundo os cânones tradicionais do jornalismo ocidental vem se tornando muito mais poroso desde que o modelo tradicional do negócio da notícia entrou em crise estrutural a partir da década de 1990 e com grande ênfase neste século.
Na sua versão digital, o jornalismo, mesmo o de vetustos títulos, cada vez mais define as prioridades do que vai publicar em função da quantidade de “visitantes únicos” produzida por assuntos ou autores.
A grande capacidade que agora existe de acompanhar o comportamento da audiência deu vazão a ideias de produzir o que desde 2013 vem sendo chamado de “native advertisment”, basicamente conteúdo jornalístico criado ou provido por um anunciante.
É quase (ou exatamente) o mesmo que antes se chamava de “matéria paga”, um anúncio em formato de reportagem ou artigo, que, pelas regras do bom jornalismo, deveria ser caracterizado graficamente como tal de modo a que os leitores pudessem identificá­lo como algo diferente do produzido pela redação de forma independente.
Quando a crise da imprensa começou a se agravar, a “matéria paga” virou “advertorial”, em que a caracterização gráfica diferenciadora já era menos explícita. E agora o “native advertisment”, adotado até por veículos que sempre foram referência de alta qualidade, praticamente derruba a separação entre igreja e Estado.
Há nuances no “native advertisment”. Ele pode vir na forma de conteúdo do anunciante acoplado com o material editorial, mais ou menos na forma do anúncio tradicional (com a diferença de que, antigamente, o departamento comercial não tinha acesso ao “espelho” da redação, ou seja, ao planejamento de que assunto entraria em que espaço, de modo a evitar que, por exemplo, um anúncio de uma peça de teatro saísse ao lado de uma crítica da peça, o que só aconteceria por acaso? agora, ao contrário, o encadeamento de conteúdos é proposital).
Mas ele também pode ser muito mais ostensivo, quando o conteúdo editorial é simplesmente comprado por um anunciante sem que fique clara a associação, mais ou menos como o que se faz em novelas e é conhecido como “merchandising”, quando o nome de um produto ou provedor de serviços aparece perto ou na fala de um personagem sem que isso fique caracterizado como um anúncio.
O que o “native advertisment” vai causar à credibilidade dos veículos que o adotam é difícil prever, talvez impossível. A sociedade e seus valores têm se modificado de tal maneira que é perfeitamente concebível que ninguém mais se importe com isso, como quase ninguém mais se importa em proteger a própria privacidade.
Mas, sem dúvida nenhuma, o jornalismo que deriva dessas mudanças é diferente, quem sabe fundamentalmente diferente, do que vinha sendo praticado fazia séculos no mundo ocidental.

Fonte: Observatório da Imprensa

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Uma imagem reveladora



Repercutiu em colunas de jornais a capa da revista The Economist em que o Brasil aparece retratado por meio de uma sambista que se debate num lodaçal. Imagens geralmente inscrevem mais do que escrevem, o que implica ambiguidades de sentido e possíveis interpretações diferentes. The Economist é uma revista semanal que se anuncia como guia de “inteligência global” para “seis milhões de pensadores de classe mundial”. Mas não é preciso tanto para se concluir que o episódio da escola de samba subvencionada pelo ditador da Guiné Equatorial, ainda por cima através de canais escusos, inscreve-se na imagem da capa da revista como metonímia do Brasil.

Para um país que, bem ou mal, se empenha em sua boa representação no cenário internacional, a imagem é um importante instrumento conceitual. Disso não se dão bem conta os dirigentes atolados em suas próprias estatísticas como se a quantificação fosse reveladora da realidade que governada, quando não passa de um único nível de formalização da atualidade histórica. Por mais útil que seja à governança e a eventuais políticas públicas, a estatística (literalmente, significa “figura de Estado”) é como “o sapateiro que não deve ir além do sapato”, para se evocar um velho ditado latino. Nas palavras do francês B. Lussato, “querendo formalizar a vida, nós nos arriscamos a traduzir apenas o seu ruído e a sua sombra”.
Na verdade, a linguagem quantificadora e abstrata – a mesma que rege os ajustes fiscais como panaceia social – não apenas traduz, mas principalmente deixa na sombra aspectos importantes da imperfeição da dinâmica societária, característicos de todo e qualquer país, porém muito relevantes no momento que o Brasil atravessa. Que momento? Esse marcado pelo índice elevado de corrupção em todos os quadrantes e pelo índice rasteiro de autoestima pública. A corrupção pode ser medida por números, mas a autoestima transparece apenas em índices não-lógicos, em dados que estruturam fortemente a atividade humana, mas que não podem ser reduzidos a nenhuma estatística, ou seja, a nada que corresponda ao discurso dominante dos dirigentes.
A “sombra” social tem de ser apreendida, portanto, nos fragmentos de ações e de discursos, registrados pela mídia, porém geralmente sem as conexões devidas entre eles. Por exemplo, é sombria a labilidade da conscientização que se espera de atitudes ou declarações por parte de sujeitos supostos de responsabilidade política-jurídica-moral
Fonte: Observatório da Imprensa

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Eleições e o jornalismo - Com a palavra o presidente da FENAJ, Celso Schröder


Queridos leitores, podemos dizer que as eleições felizmente chegaram ao seu devido capítulo final, o 2º turno já bate na porta do brasileiro e convida para participar do maior evento democrático deste país, ao longo deste período podemos concluir através dos debates e entrevistas concedidas, que tudo ficou um pouco mais claro em relação a quem iremos eleger no dia 26 de outubro.

O jornalismo vem exercendo seu papel fundamental ao longo das eleições, transparecendo ideias e consequentemente deixando o eleitor mais ciente das propostas de um determinando candidato.
Mas será  mesmo que há uma certa lógica entre o jornalismo e as eleições? O jornalista e presidente da FENAJ, Celso Schröder, esclarece com mais ênfase neste determinado assunto:


ELEIÇÕES E O JORNALISMO

Como quase sempre, quando há interesses envolvidos, o jornalismo sofre reveses nestas eleições. Espremido entre vontades nem sempre explicitadas, desprovido de ferramentas públicas que o ajudem, realizado por jornalistas fragilizados profissionalmente, em empresas que abandonaram há tempos a perspectiva do interesse público, o jornalismo brasileiro mais uma vez se depara com seu destino.

Mais uma vez, as eleições estão polarizadas entre atores políticos distintos, alguns poderosos, mas nem todos visíveis. Os mais atuantes e ilegítimos têm sido os grandes grupos de mídia no país. Assumindo um papel partidário inaceitável e espúrio, algumas grandes redes de comunicação atuam como forças políticas e partidárias de maneira escondida, substituindo, desta maneira, a saudável e necessária política pela conspiração antidemocrática. As motivações são diversas, as maneiras semelhantes e o resultado funesto.

Seja através da redução da cobertura jornalística à repercussão de pesquisas - que a cada eleição se mostram ou mais incompetentes ou mais manipulatórias -, seja através do abandono da identificação do relevante, do que é de interesse público para o pitoresco, o banal, o sensacional ou simplesmente o que é de interesse privado da empresa jornalística ou seus aliados do ponto de vista econômico ou ideológico, o jornalismo brasileiro assumiu nos últimos dias um protagonismo exacerbado, até mesmo para sua história de intromissão na esfera política do país. Obviamente isso traz um prejuízo incalculável para a liberdade de escolha do eleitor e, consequentemente, para democracia brasileira.

Porém, o dano é maior para o próprio jornalismo, que por sua vez repercute de novo sobre a democracia. O jornalismo, que atravessa uma crise de gestão e de negócio, acossado pelas novas tecnologias, submetido a critérios cada vez mais rebaixados e menos públicos sofre, agora, golpe mortal naquilo que é a sua espinha dorsal: a credibilidade.

Em vez de atribuir ao jornalismo um papel de investigação, com objetividade e neutralidade, as empresas brasileiras, na sua maioria, capitulam para uma militância óbvia, tosca e suicida. Assumem posição, selecionam fatos, criam outros tantos e submergem na descrença cada vez maior de parcelas crescentes da população.

Independente de quem ganhar o 2º turno da eleição de 2014, o jornalismo já perdeu. E isso é péssimo. Péssimo para a profissão, péssimo para a atividade jornalística e terrível para a liberdade e para a cidadania.

Seja quem for que vença, teremos formas diferentes de negação do jornalismo, com o mesmo resultado: um retrocesso ao século 19, com a opinião substituindo a informação, os interesses privados de partidos ou grupos econômicos no lugar do interesse público e a manipulação como única maneira de formação de opinião pública.

Ao lado do histórico monopólio do sistema privado de comunicação, somou-se as redes sociais, que longe de se configurarem como mídias, isto é, mediadoras de informação, consolidaram-se majoritariamente como o local da mistificação, da calúnia e da difamação, em que pesem os elementos positivos marginais decorrentes da quantidade de dados circulantes nas redes.

Estamos encerrando o segundo turno onde é possível identificar um perigoso paradoxo em construção no país. De um lado as sete ou oito famílias apoiando de maneira desbragada e apaixonada ao candidato Aécio Neves; de outro, uma candidata a presidenta que, sem ter implementado quando podia regras públicas de comunicação, se vê na contingência de convocar uma entrevista a blogueiros escolhidos por ela. De um lado e outro é possível vislumbrar o soçobrar do jornalismo e a opção pelo ativismo.

É preciso rever tudo isso e valorizar o jornalismo livre, independente e transformador.

Celso Schröder


Fonte: FENAJ

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Confira o Edital de Monitoria da FGF


EDITAL nº. 006/2014/2015
Dispõe sobre os procedimentos de seleção de alunos ao Programa de Monitoria da Faculdade Integrada da Grande Fortaleza – FGF e dá outras providências.

                        O DIRETOR ACADÊMICO DA FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA – FGF, no uso de suas atribuições legais e regimentais, decide baixar e fazer saber o procedimento constante no seguinte edital:

Secção I

Das disposições gerais

Art. 1º Ficam abertas, no âmbito do Programa de Monitoria da FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA – FGF, as inscrições para o respectivo Processo Seletivo para os semestres de 2014.2 e 2015.1
Art. 2º O certame será realizado em conformidade às normas da FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA, sob a regência da Direção Geral e Acadêmica.

Secção II

Das Inscrições


Art. 3º As inscrições para o Processo Seletivo poderão ser feitas no Controle Acadêmico, no horário de 08h às 22h no período de 22 a 29 de Agosto de 2014  
Art. 4º São requisitos para a inscrição do candidato:
                  I.    Estar regularmente matriculado em um dos cursos de Graduação da IES;
                II.    Estar entre o 2º e o penúltimo semestre do curso;
               III.    Ter cursado a disciplina objeto da monitoria;
              IV.    Estar com situação regularizada junto à secretaria, tesouraria e biblioteca;
                V.    Ter média global igual ou superior a 7 (sete);
              VI.    A média da disciplina objeto da monitoria deve ser igual ou superior a 7 (sete);
             VII.     Possuir apenas APROVAÇÕES em seu histórico escolar;
            VIII.    Disponibilizar 12 (doze) horas semanais para as atividades do Programa de Monitoria, sendo que pelo menos 4 (quatro) horas devem auxiliar o professor em sala de aula.


Secção III

Das vagas

Art. 5º Serão oferecidas as seguintes vagas, assim distribuídas, por curso:


DISCIPLINA

CURSO

TURNO

Nº DE VAGAS

MONITORIA COM 25% DE DESCONTO NAS MENSALIDADES


Direito Processual Civil I
Direito
M/N
01
Direito Constitucional II
Direito
M/N
01
Direito Civil II
Direito
M/N
01
Semiologia em Enfermagem
Enfermagem
M/T
02
Semiotécnica em Enfermagem
Enfermagem
M/T
02
Histologia
Enfermagem
M/T
01
Anatomia
Enfermagem
M/T
01

MONITORIA VOLUNTÁRIA



Saúde Ambiental







Enfermagem
(Monitoria voluntária)
M/T
01
Enfermagem na Saúde do Adulto

M/T

01
Anatomia Humana

M/T

01
Histologia
M/T
01
Microbiologia e Imunologia
M/T
01
Enfermagem na Saúde da Criança e Adolescente
M/T
01
Enfermagem em Saúde Coletiva
M/T
01
Farmacologia Aplicada a Enfermagem
M/T
01

Parasitologia Humana
M/T
01
Bioquímica Fundamental
M/T
01
Patologia Humana
M/T
01
Enfermagem na Saúde da Mulher e do Recém-Nascido
M/T
01
Nutrição
M/T
01
M/T
01
Genética e Evolução
M/T
01
Metodologia Científica

M/T
01
             Enfermagem em Saúde Coletiva

M/T
01
Anatomia
Educação Física
(Monitoria voluntária)
N
   01
Educação Física no Ensino Fundamental
N
   01
Jogos Escolares Motores
Educação Física
(Monitoria voluntária)
N
  01
Ginástica Escolar
Educação Física
(Monitoria voluntária)
N
01
Manifestações Rítmicas e Expressivas Escolares
Educação Física
(Monitoria voluntária)
N
01
Tópicos de Cinesiologia
Educação Física
(Monitoria voluntária)
N
01
Tópicos de Embriologia
Educação Física
(Monitoria voluntária)
N
01
Prática Curricular I
Educação Física
(Monitoria voluntária)
N

01
Gestão Financeira
Administração
(Monitoria voluntária)
N

01

Teoria Geral de Administração
Administração
(Monitoria voluntária)
N
01
Matemática Financeira
Administração
(Monitoria voluntária)
N
01
Clube do Xadrez (Profa. Andrea Vaz)
Administração
(Monitoria voluntária)
N
01
Auditoria Contábil
Ciências Contábeis
(monitoria voluntária)
N
01
Laboratório I
Ciências Contábeis
(monitoria voluntária)
N
01
Perícia Contábil
Ciências Contábeis
(monitoria voluntária)
N
01
Teoria da Contabilidade
Ciências Contábeis
(monitoria voluntária)
N
01
Controladoria
Ciências Contábeis
(monitoria voluntária)
N
01
Linguística Geral      
Letras
(monitoria voluntária)
N
01
Língua e Cultura Inglesa    
Letras
(monitoria voluntária)
N
01
Orientação Monográfica II
Turma 16794
Direito
(Monitoria voluntária)
N
01
             Metodologia da Pesquisa e Trabalho Científico (Profa.Milena)
                   Turmas 16666 e 16279
Direito
(Monitoria voluntária)
N
02
Direito Tributário I (Prof.Diego)
Turma 16794
Direito
(Monitoria voluntária)
N
01
Direito Constitucional I (Prof. José Herannd)
Turmas 16659 – 16127 - 16449
Direito
(Monitoria voluntária)
N
03
Direito Tributário II (Profª. Rebeca)
Turma 16777
Direito
(Monitoria voluntária)
M
01
Direito Administrativo II (Profª Rebeca)
Direito
(Monitoria voluntária)
M
01
Sociologia Jurídica (Profª Cicera)
Turmas 16451 -16663- 16784
Direito
(Monitoria voluntária)
N
03
Física Aplicada
Computação
(Monitoria Voluntária)
N
02
Cálculo
Computação
(Monitoria Voluntária)
N
02
Estrutura de Dados
Computação
(Monitoria Voluntária)
N
01
Algoritmo
Computação
(Monitoria Voluntária)
N
01
Programação para Internet
Computação
(Monitoria Voluntária)
N
01
Linguagem de Programação
Computação
(Monitoria Voluntária)
N
     01
Banco de Dados
Computação
(Monitoria Voluntária)
N
01


Secção IV

Do processo seletivo

Art.6º A seleção far-se-á mediante os critérios e etapas:
          I.    Avaliação do histórico escolar;
        II.    Avaliação escrita versando sobre temas relacionados ao conteúdo da disciplina;
       III.    Avaliação oral, entrevista perante a banca examinadora;

 § 1º O candidato deverá, sob pena de reprovação imediata, atingir nota mínima de 7 (sete) em cada uma das avaliações indicadas neste artigo;
 § 2º A nota atribuída ao candidato será resultante da média aritmética das pontuações merecidas em cada um dos incisos deste artigo;
 § 3º Em caso de igualdade de notas, prevalecerão critérios:
  1. Maior conceito de Rendimento Global;
  2. Maior nota na disciplina objeto do concurso;
  3. Maior nota na avaliação escrita;
  4. Candidato de maior idade.

Art. 7º O calendário da seleção fica assim estabelecido:
          I.    Período de Inscrição: de 22 a 29 de Agosto de 2014  
   Horário: de 08 às 21:30h
   Local: Atendimento Acadêmico (Bloco G)
        II.    Avaliação Escrita: 03 de Setembro de 2014.
Manhã: 09 as 11h para os alunos de Enfermagem
Noite: das 19h às 21h para demais cursos
Sala: a ser definida
       III.    Avaliação oral ou prática: 04 de Setembro de 2014.
Tarde: 14 às 16h para alunos de Enfermagem
Noite: das 19h às 21h para demais cursos
Sala: a ser definida

      IV.    Publicação do resultado final: 05 de Setembro de 2014.

Art. 8º Os candidatos aprovados terão o prazo de 02 (dois) dias, após a divulgação dos resultados, para assinar o termo de compromisso no Controle Acadêmico.
Parágrafo único. Considerar-se desistente o candidato que não comparecer no prazo acima determinado, sendo imediatamente substituído pelo certamista subseqüente na ordem de classificação.

Secção V

Dos deveres e das prerrogativas do Monitor

Art. 9º O monitor estará à disposição do professor-orientador, exercendo as funções previstas no regulamento do Programa de Monitoria da Faculdade Integrada da Grande Fortaleza, em 12 horas semanais, em seus termos e condições.
Art. 10º O exercício da monitoria ocorrerá durante os semestres letivos de 2014.2 e 2015.1
Art. 11º O monitor deverá apresentar relatórios mensal e final, conforme regulamentação específica.
Art. 12º Somente será concedido Certificado de Monitoria ao discente que integralizar, no mínimo, um semestre de atividades.
Art. 13º Durante o período de exercício de monitoria, o discente terá seu desempenho acompanhado pela coordenação do curso, podendo, a qualquer momento, ser desligado do programa, caso não cumpra as respectivas atribuições constantes do regulamento de monitoria da Faculdade.
Art.14º São vedados o exercício de monitoria em horário de atividades curriculares do discente, bem como o acúmulo com outras bolsas da Instituição ou descontos.

Secção VI

Das disposições finais


Art. 15º A FGF promoverá seminários, atividades de iniciação a docência visando à formação científica e pedagógica dos monitores;
Art. 16º Das decisões da Banca Examinadora caberá recurso ao Conselho de Curso
Art.17º Os casos omissos serão resolvidos pela direção Geral e Acadêmica

Fortaleza, 21 de Agosto de 2014.

PAULO ROBERTO MELO DE CASTRO NOGUEIRA

Diretor Acadêmico da FGF.