quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Folha e O Globo são os jornais preferidos dos parlamentares

Os jornais Folha de S.Paulo e O Globo são os preferidos dos parlamentares brasileiros, indica estudo do Instituto FSB, que ouviu 307 deputados federais e 33 senadores, entre os dias 6 e 17 de dezembro de 2010.

De acordo com a pesquisa, 70% dos parlamentares preferem a Folha, 33% O Globo, 17% O Estado de S.Paulo, 14% o Correio Braziliense e 12% o Valor Econômico.

Parlamentares se informam mais pela web do que pela TV
O jornal continua sendo o meio mais utilizado pelos congressistas para obter informação, mas a internet passou na frente da televisão. Dos parlamentares, 62% usam o jornal como principal meio de informação, 23% a internet, 9% os telejornais e 3% rádios.

"O jornal ainda é a mídia preferida pelos parlamentares. Ainda é o espaço de maior reflexão. A internet está crescendo, mas para os parlamentares ainda tem um déficit de credibilidade em relação ao jornal", explica Wladimir Gramacho, coordenador do estudo.

Ao contrário da população em geral, 80% que tem a TV como seu principal meio de informação, os políticos são diferentes. "Uma grande diferença dos parlamentares da população em geral é que eles não preferem a TV, porque a informação política na TV é muito pequena. Para os parlamentares, ela traz pouca informação útil em relação aos outros meios", destaca Gramacho.

Os portais e blogs preferidos pelos parlamentares são o UOL (32%), G1 (31%), Folha.comBlog do Noblat (11%) e blog do Josias de Souza (5%).
(22%),


O estudo também indica que 43% dos parlamentares consideram a mídia muito importante para formar opinião sobre assuntos políticos. Divididos por partidos, 61% dos congressitas do PMDB têm essa opinião, seguido pelo PSDB (47%) e PT (19%).

Regulação da mídia não é prioridade
Para os parlamentares, a regulamentação da imprensa não é uma prioridade, já que apenas 4% declararam que gostariam de votar no tema no primeiro semestre de 2011. Para 87% a reforma política é o tema de maior interesse, seguido pela reforma tributária (78%), código floresta (20%), reforma previdenciária (7%) e união civil de pessoas do mesmo sexo (2%).

Fonte: Izabela Vasconcelos/Portal Comunique-se.


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